A Europa quer substituir os EUA?
A política de Donald Trump pode estar fortalecendo a Europa no comércio global.
Parece contraditório, mas é simples. Se os Estados Unidos fecham a porta para o mundo, quem fica de fora precisa procurar novos parceiros.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
E a União Europeia está focada em se apresentar como a melhor alternativa aos americanos. Além do Mercosul, a União Europeia acabou de fechar um acordo com a Índia, que cria uma zona de livre comércio com 2 bilhões de pessoas. Quase duas vezes maior que aquela com a América do Sul.
“Estamos enviando um forte sinal para o mundo. Em uma época em que o mundo está se tornando mais fragmentado e conflituoso”, disse Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia.
Bandeiras da União Europeia
Stephanie Lecocq/Reuters
É verdade que o processo nem sempre é tão fácil, como está acontecendo com o Mercosul. Mas a sinalização dos europeus é clara. O continente quer ampliar não só a sua influência econômica, mas também a política.
O bloco tem acordos comerciais com 76 países. Quer também aderir à Parceria Transpacífica, um bloco de livre comércio com 12 membros como Canadá, Austrália, Reino Unido, Peru e Singapura. Outras negociações com Malásia, Filipinas e Emirados Árabes Unidos estão em andamento.
Assim como uma revisão de outro acordo já vigente com o Reino Unido. Todos são importantes para a diversificação das cadeias de suprimentos, facilitando a entrada de insumos na Europa.
Mas, por trás disso, também existe uma mensagem: a de que um mundo sem truculência ainda é possível. E a Europa está disposta a ser protagonista na nova ordem mundial.
A política de Donald Trump pode estar fortalecendo a Europa no comércio global.
Parece contraditório, mas é simples. Se os Estados Unidos fecham a porta para o mundo, quem fica de fora precisa procurar novos parceiros.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
E a União Europeia está focada em se apresentar como a melhor alternativa aos americanos. Além do Mercosul, a União Europeia acabou de fechar um acordo com a Índia, que cria uma zona de livre comércio com 2 bilhões de pessoas. Quase duas vezes maior que aquela com a América do Sul.
“Estamos enviando um forte sinal para o mundo. Em uma época em que o mundo está se tornando mais fragmentado e conflituoso”, disse Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia.
Bandeiras da União Europeia
Stephanie Lecocq/Reuters
É verdade que o processo nem sempre é tão fácil, como está acontecendo com o Mercosul. Mas a sinalização dos europeus é clara. O continente quer ampliar não só a sua influência econômica, mas também a política.
O bloco tem acordos comerciais com 76 países. Quer também aderir à Parceria Transpacífica, um bloco de livre comércio com 12 membros como Canadá, Austrália, Reino Unido, Peru e Singapura. Outras negociações com Malásia, Filipinas e Emirados Árabes Unidos estão em andamento.
Assim como uma revisão de outro acordo já vigente com o Reino Unido. Todos são importantes para a diversificação das cadeias de suprimentos, facilitando a entrada de insumos na Europa.
Mas, por trás disso, também existe uma mensagem: a de que um mundo sem truculência ainda é possível. E a Europa está disposta a ser protagonista na nova ordem mundial.

