Realizou-se no último sábado a cerimônia fúnebre de Charlie Kirk, fundador do Turning Point USA e figura central do ativismo conservador nos Estados Unidos. O evento reuniu mais de 90 mil pessoas, segundo estimativas oficiais, e ocorreu sob um forte esquema de segurança, com agentes federais, barreiras de proteção e restrições de acesso em um raio de vários quilômetros.

O ex-presidente Donald Trump compareceu ao funeral e fez um discurso no qual consagrou Kirk como um mártir da causa conservadora. Trump aproveitou a ocasião para atacar a esquerda americana, acusando-a de perseguir ativistas e de tentar silenciar vozes patrióticas. "Charlie era um guerreiro pela verdade e pela liberdade. Seu legado viverá para sempre", declarou Trump.

A morte de Kirk, ocorrida há duas semanas, chocou o movimento conservador. Ainda que as circunstâncias exatas não tenham sido divulgadas, líderes de todo o espectro político prestaram homenagens. Diversos parlamentares republicanos estiveram presentes, e bandeiras foram hasteadas a meio-mastro em alguns estados.

A segurança foi reforçada devido a ameaças de protestos e ao clima de alta tensão política que marca o país. Mesmo assim, o evento transcorreu sem incidentes graves, de acordo com as autoridades locais.

A cerimônia foi transmitida ao vivo por canais conservadores e gerou enorme repercussão nas redes sociais, dividindo opiniões entre apoiadores e críticos.

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