Navio atravessa o Estreito de Ormuz em 19 de março de 2026
AP
Um grupo de 22 países composto por membros da Otan e aliados do Oriente Médio, da Ásia e da Oceania está preparando uma “iniciativa” para reabrir o Estreito de Ormuz e “assegurar” a navegação segura e livre de navios, segundo o secretário-geral da Otan, Mark Rutte.
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O Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial, está fechado pelo Irã desde 28 de fevereiro, no início da guerra com os EUA e Israel.
“Desde quinta-feira, um grupo de 22 países está se unindo para garantir que o Estreito de Ormuz seja livre e reaberto o mais rápido possível. (…) O que precisamos fazer é trabalhar juntos”, afirmou Rutte em entrevistas à mídia dos EUA no domingo (22). O chefe da Otan revelou apenas alguns dos países que participarão da investida, veja mais abaixo.
No entanto, o secretário-geral da Otan não deixou explícito como essa abertura do Estreito de Ormuz aconteceria na prática, isso porque a presença militar de outros países além dos EUA e do Irã na região poderia aumentar o risco de um alastramento ainda maior da guerra.
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Em entrevistas às TVs norte-americanas “Fox News” e “CBS”, Rutte se limitou a dizer que os países estão em sintonia para “atender ao chamado” de Trump e “implementar a visão” do presidente norte-americano para garantir a reabertura do estreito o mais rápido possível. Segundo Rutte, agora autoridades militares desses 22 países estão planejando de forma coordenada a investida.
Rutte não falou todos os países que integram o grupo, porém ele é composto em sua maioria por aliados da Otan, segundo o secretário-geral. Veja abaixo os integrantes que conhecemos até o momento:
Estados Unidos;
Reino Unido;
França;
Emirados Árabes Unidos;
Bahrein;
Japão;
Coreia do Sul;
Austrália;
Nova Zelândia.
A fala de Rutte ocorre em meio a críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a aliados da Otan por responderem de forma negativa a um pedido para que enviassem navios militares para ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz. A questão foi mais um ponto de atrito entre Washington e a UE nos últimos dias em meio à guerra no Oriente Médio.
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AP
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No entanto, o secretário-geral da Otan não deixou explícito como essa abertura do Estreito de Ormuz aconteceria na prática, isso porque a presença militar de outros países além dos EUA e do Irã na região poderia aumentar o risco de um alastramento ainda maior da guerra.
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Rutte não falou todos os países que integram o grupo, porém ele é composto em sua maioria por aliados da Otan, segundo o secretário-geral. Veja abaixo os integrantes que conhecemos até o momento:
Estados Unidos;
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França;
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Bahrein;
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