Vários vídeos de moradores de Caracas mostraram helicópteros sobrevoando e explosões na capital da Venezuela e arredores.
REUTERS
O Pentágono utilizou uma ferramenta de inteligência artificial para realizar a operação que capturou o então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em Caracas, afirmou uma reportagem do jornal norte-americano “The Wall Street Journal” publicada nesta sexta-feira (13).
De acordo com a reportagem, com base em fontes do Pentágono, militares fizeram uso do Claude, ferramenta de inteligência artificial generativa da startup de tecnologia Anthropic especializada em segurança e no processamento de dados.
O Wall Street Journal afirmou que os termos de uso da Anthropic proíbem que a ferramenta seja utilizada para “facilitar a violência, desenvolver armas ou para conduzir espionagem”.
A reportagem não informa que tipo de uso o Pentágono fez do Claude, mas afirma que o órgão acessou a ferramenta por meio de uma parceria com a empresa de dados Palantir Technologies, que tem contratos com o governo norte-americano.
A Palantir integra e analisa dados para órgãos do governo e das Forças Armadas. O Departamento de Defesa negou comentar o caso, afirmou o Wall Street Journal.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
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O Pentágono utilizou uma ferramenta de inteligência artificial para realizar a operação que capturou o então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em Caracas, afirmou uma reportagem do jornal norte-americano “The Wall Street Journal” publicada nesta sexta-feira (13).
De acordo com a reportagem, com base em fontes do Pentágono, militares fizeram uso do Claude, ferramenta de inteligência artificial generativa da startup de tecnologia Anthropic especializada em segurança e no processamento de dados.
O Wall Street Journal afirmou que os termos de uso da Anthropic proíbem que a ferramenta seja utilizada para “facilitar a violência, desenvolver armas ou para conduzir espionagem”.
A reportagem não informa que tipo de uso o Pentágono fez do Claude, mas afirma que o órgão acessou a ferramenta por meio de uma parceria com a empresa de dados Palantir Technologies, que tem contratos com o governo norte-americano.
A Palantir integra e analisa dados para órgãos do governo e das Forças Armadas. O Departamento de Defesa negou comentar o caso, afirmou o Wall Street Journal.
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