Familiares de presos políticos têm dormido, realizado vigílias ou apenas se reunido, dia após dia, em frente a presídios na Venezuela na esperança de que seu parente seja o próximo a deixar a prisão. O regime não divulga nomes, critérios nem prazos desde que anunciou, no último dia 8 de janeiro, que libertaria um “número significativo” de detidos.
Leia mais (01/25/2026 – 23h00)
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