A Universidade Villanova, localizada na Pensilvânia (EUA), informou que o relato de um atirador ativo no campus, que gerou pânico e levou à interdição total da instituição na tarde de quarta-feira, foi uma “farsa cruel”. A informação foi confirmada pela polícia local após uma varredura completa nas dependências da universidade.

Segundo as autoridades, a universidade recebeu denúncias de que um homem armado estaria circulando pelos prédios do campus. Imediatamente, foram acionados os protocolos de segurança: todas as portas foram trancadas, alunos e funcionários foram orientados a se abrigar e a polícia foi mobilizada. Helicópteros sobrevoaram a região e equipes táticas realizaram buscas minuciosas em cada edifício.

Após horas de operação, a polícia não encontrou qualquer vestígio de disparo ou suspeito armado. Em comunicado oficial, a Universidade Villanova classificou o episódio como uma “farsa cruel” e afirmou que está colaborando com as investigações para identificar os responsáveis pela falsa ameaça.

Casos de alertas falsos em instituições de ensino superior nos Estados Unidos têm se tornado mais comuns, gerando transtornos e estresse desnecessário para a comunidade acadêmica. A Villanova informou que disponibilizará apoio psicológico aos estudantes que se sentiram afetados. As aulas foram retomadas normalmente após a liberação do campus pela polícia.

O incidente reacende o debate sobre a segurança em escolas e universidades americanas, em um país onde tiroteios reais já causaram tragédias marcantes. Autoridades reforçam que qualquer informação suspeita deve ser comunicada diretamente à polícia, evitando compartilhamento de boatos não confirmados.

Fundada em 1842, a Villanova University é uma instituição privada católica de pesquisa, localizada nos arredores da Filadélfia. A universidade possui aproximadamente 11 mil alunos e é conhecida por seu programa de negócios e engenharia. O episódio desta semana movimentou a rotina do campus, que já voltou à normalidade.